Refutando Michael Shermer

 

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Michael Brant Shermer é um psicólogo estadunidense, escritor e historiador da ciência, fundador da revista Skeptic Magazine e diretor da Skeptics Society. É também colunista da Scientific American. Shermer é um ateu convicto e já há muito tempo devota esforços para desbancar o paranormal e o avanço da religiosidade. Em uma entrevista à Revista Época (13 de janeiro de 2012), para a divulgação de seu livro (Por que as pessoas acreditam em coisas estranhas), Shermer foi indagado do porquê pessoas inteligentes creem em esquisitices, respondendo que

 

Foi para dar título ao livro que escolhi chamar o conjunto de crendices e enganações reivindicadas por médiuns e paranormais de “coisas estranhas”. Palavras mais corretas seriam farsa ou enganação. São atos na maioria das vezes criados para iludir e enganar. Em certas circunstâncias, podem ser classificados como delírios, quando seus devotos acreditam que viveram ou vivem uma experiência extraordinária, inexplicável, extrassensorial. Ainda assim, há explicação para tudo. Quem tem uma boa formação cultural e crê nessas fantasias o faz em duas possibilidades. Ou se trata de um indivíduo conivente com a farsa ou é alguém que sofreu de um surto psicótico, é esquizofrênico e, portanto, doente, ou teve uma alucinação.

 

Conforme podemos observar na citação acima, Shermer alça as experiências extrassensoriais dentro do conjunto de crendices e “coisas estranhas”. Além disso, notamos o texto carregado de forte radicalismo e banalização, resumindo os sujeitos que acreditam em “coisas estranhas”, inclusive percepção extrassensorial (PES), como “conveniente com a farsa” ou “alguém que sofreu um surto psicótico” ou “é esquizofrênico”. De fato, como muitos pseudocéticos, Shermer ignora completamente a chance de psi ser real. Pois bem, esses dois modos de abordar as experiências anômalas, de fato, são estratégias comuns de debate articuladas por céticos fundamentalistas para desqualificar a pesquisa parapsicológica. Irwin e Watt (2007) com muita propriedade analisam essas duas atitudes. Quanto à primeira, esses autores comentam:

 

Outras estratégias subversivas também são usadas pelos comentaristas céticos. Artigos publicados na Humanist e no periódico do próprio CSI (Skeptical Inquirer) (ver Frazier, 1981, 1986, 1991) misturam as pesquisas parapsicológicas com astrologia, vampiros, OVNIs, poder da pirâmide, numerologia, o Triângulo das Bermudas, bruxaria, o Tarot, o Abominável Homem das Neves e afins, incentivando, por associação, uma impressão de fragilidade da parapsicologia (ver também Hines, 2003; Parque, 2000). A Parapsicologia tem sido retratada por alguns céticos como um movimento espiritualista ou ocultista, procurando manter o apoio popular ao adotar uma roupagem científica; por exemplo, a disciplina é mencionada como 'pseudociência' (Alcock, 1981), 'ciência de vodu' (Park, 2000) e 'um exemplo de pensamento mágico' (Bunge, 1991, p. 136), seus pesquisadores são 'ocultistas de armário' (Romm, 1977) e seus conceitos 'um regresso para uma tradição religo-mística pré-científica' (Moss & Butler, 1978, p. 1077)... [Assim,] os resultados das pesquisas parapsicológicas são descartados ou flagrantemente deturpados.

 

No que diz respeito à segunda estratégia, qual seja, a de adotar uma postura radical, com o uso frequente de uma linguagem de desprezo e zombaria, em detrimento a uma análise estritamente científica, anotam o seguinte:

 

Alguns críticos (p. ex., Hyman, 1980) defenderam a necessidade de responder à parapsicologia de uma maneira sóbria e apropriada, porém, uma tática comum dos céticos é o uso da zombaria. Como Meynell (1996, p. 25) observa, alguns céticos ‘exibem um desprezo público e ridicularizam quem sinceramente reporta uma evidência que não é do gosto deles’. Os fenômenos parapsicológicos são zombados como crenças de pessoas irracionais e primitivas e a pesquisa parapsicológica é depreciada como um ocultismo transvestido de pseudociência.

 

Pelos muitos escritos de Shermer podemos constatar que suas críticas são mais direcionadas aos estudos qualitativos[1] das experiências anômalas. Por exemplo, em How I Became a Psychic for a Day (em Krippner e Friedman, 2010) ele simulou leituras psíquicas por diferentes modalidades, tais como cartas de tarô, leitura de palma, astrologia e mediunidade. No final dos simulacros, Shermer sustenta ter conseguido ludibriar os participantes através da técnica de “leitura fria” e os quais admitiram que ele conseguiu corretamente sumarizar suas vidas e personalidades. Além disso, os participantes que já tinham sido submetidos a leituras psíquicas (diante de auto aclamados videntes) confirmaram que a “leitura” de Shermer em nada diferiu.

 

No que concerne a uma possível chance de desacreditar as atuais pesquisas quantitativas sobre psi, Shermer não acrescenta nenhum ponto que valha a pena comentar. O alto refinamento dos modernos experimentos psi apresenta muitas medidas de salvaguarda contra as hipóteses normais, inclusive a fraude, vazamento sensorial, viés do experimentador e defeitos estatísticos. Ademais, parapsicólogos há décadas utilizam hardwares e programas computacionais capazes de registrar com precisão o efeito, além de isolar os sujeitos (e também o experimentador) a fim de evitar pistas sensoriais. Além do mais, medidas da qualidade do estudo não têm demostrado correlação entre o incremento da qualidade com o tamanho do efeito (vide as seções anteriores deste site, além do rebate aos argumentos dos demais críticos).

 

Especificamente sobre a fraude, Irwin e Watt (2007) merecem novo destaque:

 

Alguns cientistas têm procurado tratar a literatura experimental da parapsicologia como totalmente fraudulenta (por exemplo, Price, 1955). Que alguns parapsicólogos têm às vezes trapaceado é inegável. O que é equivocado é a noção de que todas as pesquisas parapsicológicas são fraudulentas, ou ainda, de ser justificada a asserção de Neher (1980, p. 142) de uma alta incidência de fraudes nesse campo. A fraude ocorre em todos os ramos da ciência (Broad & Wade, 1982; Kohn, 1987; St. James-Roberts, 1976). Relativamente à hipótese de a parapsicologia ter mais casos de fraude do experimentador do que a psicologia é uma impressão baseada em parte em diferentes reações modais para essas fraudes entre as duas disciplinas. Quando parapsicólogos identificam um exemplo de fraude é dada ampla publicidade, tal é a determinação deles em manter a integridade da disciplina; na verdade a única razão pela qual Hansel (1966) pôde citar alguns atestados exemplos de fraude em experiências PES foi porque os próprios parapsicólogos publicaram relatórios detalhados desses exemplos.

Por outro lado, há uma tendência muito forte entre os psicólogos que fazem vista grossa para fraude em seu campo [aqui os autores mencionam o caso do psicólogo Cyril Burt[2]].

 

Deveras, Shermer parece aplicar dois pesos para a mesma medida, esquecendo que no seu campo (a psicologia), assim como em qualquer outro ramo da ciência, há também casos de fraude. A diferença – Conforme Irwin e Watt observam – é que, enquanto parapsicólogos dão ampla publicidade aos seus casos de fraude, “tal é a determinação deles em manter a integridade da disciplina”, psicólogos parecem fazer vistas grossas.  De mais a mais, acrescentam ainda esses autores:

 

Na parapsicologia há também muito esforço dirigido para a replicação dos resultados experimentais e isso pode auxiliar na identificação de práticas fraudulentas. Psicólogos, por sua vez, demonstram muito menos interesse na replicação experimental: se os dados são teórica ou intuitivamente plausíveis, os psicólogos acadêmicos hoje raramente se preocupam com simples repetições...Sem rotineiras replicações experimentais, não há nenhuma salvaguarda contra a fraude do experimentador; a maioria das exposições de fraude nas ciências ortodoxas consequentemente tem vindo através de divulgação pessoal (Broad & Wade, 1982, p. 73). Em suma, o argumento da ocorrência de fraudes frequentes na parapsicologia parece embasado mais na política do que na evidência.

 

Agora, Shermer tem absoluta razão num ponto: realmente existem muitos farsantes, sob os auspícios da mediunidade ou da capacidade de prever o futuro, os quais ludibriam pessoas sem uma educação refinada para compreender que as respostas daqueles falsos videntes foram construídas sobre pistas fornecidas por elas próprias, através de algum mecanismo inferencial. Acrescente-se ainda a possibilidade de a “clientela” ser sugestionada a acreditar na “veracidade” das falsas palavras que saem da boca do farsante. Pessoas que procuram esse tipo de serviço normalmente esperam ouvir algo que lhes agrade ou conforte. Assim, envolvidas numa esfera psicodramática, ficam sujeitas à enganação.

 

Por outro lado, os argumentos de Shermer não podem ser vistos como forma de nulificar todos os relatos de pesquisas qualitativas sobre mediunidade ou capacidades psíquicas, muito embora ele generalize, apostando, por exemplo, que a fraude provavelmente é a explicação de todos os casos de pessoas que alegam falar com os mortos.

 

(...) Qualquer pessoa também pode dizer que fala com os mortos. Não tem nada de mais. Difícil é conseguir fazer os mortos responderem. Todas as alegações como essas que foram investigadas a sério acabaram revelando a existência de microfones escondidos na mobília, nas paredes ou no forro... São todas alegações falsas, montagens feitas para iludir. Embora seja possível que algumas alegações de eventos paranormais, mediúnicos ou ufológicos possam ser verdadeiras, a verdade é que a maior parte delas é falsa, e o mais provável é que todas não passem de pura farsa.

 

Mas o fato é que sua generalização da ‘hipótese de fraude’ é inaplicável às sessões mediúnicas e/ou psíquicas em que um único sujeito foi reiteradamente testado, por diversos pesquisadores (em conjunto ou separadamente), por anos e anos e cujo design experimental (acompanhado de muitas medidas de salvaguarda) não foi criado pelo médium ou psíquico, mas sim pelos experimentadores (i.e., na contramão do que mágicos e conjuradores costumam fazer). De fato, a história já nos deu alguns bons exemplos desses sujeitos excepcionais e aqui podemos brevemente mencionar os nomes da estadunidense Sra. Piper e da britânica Sra. Leonard.

 

No caso da Sra. Piper (1857-1950), o doutor em Direito, Richard Hodgson, University of Melbourne, apurado caçador de fraudes, contratou um serviço de detetives para a seguir, inclusive sua família, na tentativa de descobrir um possível meio dela adquirir as informações por meios normais. Hodgson ainda arranjava as sessões sem fornecer os nomes verdadeiros dos participantes. Esses eram, na maioria das vezes, apresentados com o pseudônimo de "Smith". A fim de afastar qualquer possibilidade de fraude, em 1889, a Sra. Piper deixou os EUA para ser estudada na Inglaterra, longe do contato de pessoas próximas. Em novembro do mesmo ano, foi recepcionada no porto pelo físico inglês Sir Oliver Lodge. Sob os cuidados de outra erudita figura, Frederic Myers, foi para Cambridge na casa de quem ela ficou. Nas sessões na Inglaterra, Myers escolhia participantes que não moravam em Cambridge e os quais se apresentavam à médium sob nomes falsos. Então, sob a supervisão de Myers, Lodge e Walter Leaft, Sra. Piper deu 88 sessões entre novembro de 1889 e fevereiro de 1890. No relatório de Lodge (1890) foi concluído: 1. Que muitos fatos fornecidos pela médium não poderiam ser obtidos nem por detetive muito hábil; 2. Que, se ela tivesse ajuda de comparsas, deveria expender muito tempo e dinheiro, os quais ela não tinha. Lodge, inclusive, acompanhava-a quando ia às ruas fazer compras; 3. Que ela nunca deu qualquer motivo para que suspeitassem de fraude (Fodor e Lodge, 1952, Lodge, 1972). Sir Oliver Lodge enumerou 38 casos nos quais as informações dadas pela médium não faziam parte do conhecimento consciente dos participantes das sessões. O êxito da Sra. Piper era algo tão assustador que a dúvida era sobre a espécie anômala da origem das informações (telepatia, mentes desincorporadas, etc.)[3].

 

Gladys Osborne Leonard (1882-1968), por sua vez, foi outra notória médium de transe a qual, quando recaída nesse estado alterado da consciência, cedia lugar a uma personalidade auto aclamada “Feda”. Posteriormente outras personalidades vieram controlar o corpo dessa médium durante o transe. Em 1918, por um período de três meses, Leonard ficou exclusivamente comprometida com a Society for Psychical Research. Deu 73 sessões, todas, menos três, foram anônimas. O relatório de Sra. W. H. Salter [Trance Mediumship: An Introductory Study of Mrs. Piper and Mrs. Leonard. London: Society for Psychical Research, 1962] declarou que os participantes das sessões geralmente concordavam que tinham obtido boa evidência da sobrevivência da personalidade e também que a completa probidade da médium não podia ser questionada.

 

Rev. C. Drayton Thomas continuou as experiências com Leonard por anos. Diversas ‘sessões por procuração’ foram realizadas. Sessões por procuração são casos impossíveis de serem explicados por ‘leitura fria’, vazamento sensorial e viés do experimentador, tendo em vista que a médium fala da vida de um falecido o qual é desconhecido de quaisquer pessoas presentes na sessão. Por exemplo, imagine que você, como experimentador, com seu ou sua médium habitual, seja solicitado, por carta ou por interposta pessoa, a tentar entrar em contato com um falecido especificado. Esse é o ‘caso por procuração’. Algumas vezes o experimentador é apenas solicitado por carta de requerentes os quais lhe são desconhecidos. Em outras situações, um fulano requer a tentativa de comunicação com um parente falecido de um amigo dele, sendo que todos são desconhecidos do experimentador e da médium.

 

Abaixo estão os resultados de 24 sessões por procuração efetuadas com a Sra. Leonard e publicadas nos Proceedings of the Society for Psychical Research [Uma Consideração de Uma Série de Sessões Por Procuração, Volume 41, 1932-1933, pp. 139-185[4]]. Os 24 casos foram classificados, por três juízes independentes, de acordo com a qualidade da evidência sobre a identidade do falecido comunicador, quer dizer, se as informações eram bastante persuasivas no sentido de quem as ditava através da médium era o falecido, o caso era classificado como ‘boa evidência’, variando degressivamente na escala até ‘inconclusiva ou falha’. As avaliações foram conservadoras, ou seja, se dois julgadores concluíram que o caso era ‘bom’ e o terceiro julgador, que era ‘justo’, ele foi classificado como ‘justo’.

 

A tabela abaixo mostra o ranque dos 24 casos:

 

 

Prima facie evidência de identidade

Data da sessão

Caso

Idade e sexo do falecido comunicador

Parentes aguardando ou com esperanças de mensagens?

Parentes conheciam o experimentador?

Falecido conhecia o experimentador?

Boa

Fev 1917

Fev 1929

Mar 1922

Abr 1931

A

B

C

D

Homem 24

Homem idoso

Garoto 8

Garota 19

Não

Não

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Não

Sim

Não

Não

Não

 

Justa ou mais que justa

Julio 1931

Fev 1921

Jan 1930

Out 1927

E

F

G

H

Garoto estudante

Homem 20-25

Garoto 16 1/2

Homem ainda não graduado.

Não

Sim

Sim

Sim

Sim

Não

Não

Não

Não

Não

Não

Não

Pobre ou melhor que pobre

Mar 1930

Jan 1928

Abr 1930

Mar 1929

Ago 1930

Abril 1929

Set 1922

J

K

L

M

N

P

Q

Homem 20-25

Senhora idosa

Senhora 23

Garoto estudante

Senhora de meia idade Homem 47

Senhora idosa

Não

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Não

Sim

Não

Não

Não

Sim

Não

Não

Não

Não

Não

Não

Não

Inconclusiva ou falha

Mai 1928

Mar 1929

Abr 1929

Dez 1930

Jan 1928

Mar 1931

Out 1929

Dez 1930

Jan 1929

R

S

T

U

V

W

X

Y

Z

Senhora de meia idade

Jovem senhora casada

Garota  8 1/2

Garota 7

Senhora 53

Senhora de meia idade

homem idoso

Garoto no último ano escolar

Senhora idosa

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Sim

Não

Sim

Não

Sim

Sim

Não

Sim

Não

Sim

Não

Não

Não

Não

Não

Não

Sim

Não

Sim

 

 

As Sras. Piper e Leonard foram rigorosamente investigadas por décadas, por numerosos eruditos e homens da ciência, inexistindo a menor suspeita de fraude por elas perpetrada, de acordo com os diversos experimentadores que testemunharam os casos em primeira mão. Esse pouco apanhado aqui narrado nem de longe faz justiça às milhares de páginas e diversos relatórios, livros, artigos e escritos já publicados sobre os desconcertantes fenômenos psíquicos manifestados através delas.

 

Enfim, Shermer parece bater num espantalho, i.e., numa versão grosseira e completamente amadora de abordar experimentalmente a psi, ignorando incontáveis experimentos controlados (tanto qualitativos quanto quantitativos) que por décadas foram e vêm sendo replicados e os quais excluem, com excelente margem de segurança, as hipóteses comuns de explicação, inclusive a fraude e outros artefatos experimentais, tais como vieses de expectativa e vazamento de pistas sensoriais.



[1] Estudos qualitativos, em contraste aos quantitativos, prendem-se em analisar, de regra, certos indivíduos especialmente dotados de um altamente refinado funcionamento psi, isto é, os fenômenos por eles apresentados são de tal magnitude que o uso da estatística não é imprescindível para excluir o acaso como explicação.

[2] Quando dois irmãos gêmeos univitelinos são separados e criados por famílias distintas esse fato influi em seu QI? É uma velha questão. Nos anos 1940 e 50, o psicólogo inglês Cyril Burt (1883-1971) promoveu estudos com gêmeos e chegou à resposta: fazia diferença, sim. A afirmação agradou. Parecia um argumento a favor da rígida estrutura social britânica. Cyril ganhou o título nobiliárquico britânico de sir. Mas a verdade é que a questão continua em aberto. O estudo era fraudulento. Burt inventara 53 pares de gêmeos para embasar suas ideias. Pior: inventou seus dois assistentes, criando, inclusive, currículos e identidades fictícias para os copesquisadores. Mas o velho Burt levou o segredo para o túmulo. A falcatrua só veio à tona em 1974, três anos depois de sua morte [As Grandes Fraudes da Ciência. <http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/grandes-fraudes-ciencia-628462.shtml Acessado em 04/06/2014>.

[3] Hodgson, em Proceedings S.P.R, Vol. XIII, diz: "tenho tentado a hipótese telepática dos vivos por muitos anos, assim como a hipótese espírita, não tenho nenhuma hesitação em afirmar com mais absoluta segurança que a hipótese espírita é justificada por seus resultados e a outra não".

[4] Se houver interesse no artigo integralmente traduzido, de forma gratuita, favor entrar em contato com este autor.